Ela estava brilhando mais do que qualquer uma que estivesse pronta para tentar lhe tomar o posto. Sua silhueta ficava ainda mais formosa com o clarão do Sol, como se existissem apenas na imaginação. Cada contorno se ofuscava. Era como se seu vestido naquele prata claríssimo, ilustre, pudesse dar-lhe mais vida, escondendo cada ponto de falha. Estava linda com os cachos deitados sobre a clavícula nua, pálida e tão sedosa quanto as ondas da saia de seu vestido. Os olhos - ah, aqueles olhos! - que estavam abaixo das sobrancelhas arqueadas, à centímetros do abismo negro de seus cabelos, pareciam prontos para arrumar encrenca. Bem de perto, de pertinho, eles pareciam azuis - como o céu no verão mais quente. Mas quem não diria "quase iridescentes"? Como se procurassem o tom violeta de seus lábios, banhados de batom. Suas bochechas coradas, pintadas no blush, escondiam a perspicácia e a teimosia que por vezes a descortinava, e que seus olhos - ah, mais que lindos olhos! - não deixava esconder.
Nota: Esse foi um dos textos que eu fiz para a aula de redação. Hahahah, mágico, né? Quando estou mesmo com vontade de escrever não sai nada, mas quando menos espero... está aí.
Nota: Esse foi um dos textos que eu fiz para a aula de redação. Hahahah, mágico, né? Quando estou mesmo com vontade de escrever não sai nada, mas quando menos espero... está aí.