domingo, 26 de junho de 2011

Aqueles olhos!

Ela estava brilhando mais do que qualquer uma que estivesse pronta para tentar lhe tomar o posto. Sua silhueta ficava ainda mais formosa com o clarão do Sol, como se existissem apenas na imaginação. Cada contorno se ofuscava. Era como se seu vestido naquele prata claríssimo, ilustre, pudesse dar-lhe mais vida, escondendo cada ponto de falha. Estava linda com os cachos deitados sobre a clavícula nua, pálida e tão sedosa quanto as ondas da saia de seu vestido. Os olhos - ah, aqueles olhos! - que estavam abaixo das sobrancelhas arqueadas, à centímetros do abismo negro de seus cabelos, pareciam prontos para arrumar encrenca. Bem de perto, de pertinho, eles pareciam azuis - como o céu no verão mais quente. Mas quem não diria "quase iridescentes"? Como se procurassem o tom violeta de seus lábios, banhados de batom. Suas bochechas coradas, pintadas no blush, escondiam a perspicácia e a teimosia que por vezes a descortinava, e que seus olhos - ah, mais que lindos olhos! - não deixava esconder.


Nota: Esse foi um dos textos que eu fiz para a aula de redação. Hahahah, mágico, né? Quando estou mesmo com vontade de escrever não sai nada, mas quando menos espero... está aí.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sono exaustivo.


Trocando o dia pela noite, é aí que está aquela monotonia. Que ataca nas horas imprevistas e pega suas pálpebras sem marcar horário de visita. Te derruba e derruba, até você encontrar um cantinho, fechar os olhos e adormecer.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

O que escolher?


Se o mundo parasse, o que faríamos? Correr não seria uma alternativa inteligente, viver a menos provável, existir seria inadequado. Morrer não seria uma boa idéia. Então, o que faríamos?